Todos os textos, até agora, apresentados no segundo módulo do curso, apontam as
constantes mudanças em que vivemos e a necessidade em se fazer uso da
tecnologia dentro da escola, no processo de ensino e de aprendizagem.
Percebemos que os alunos precisam de orientação
quanto à organização do que aprendem e principalmente quanto à formação para
buscar informações que produzam seus conhecimentos e que os levem a “aprender a
aprender”.
A rapidez com que as informações chegam em nossas
mãos é tão grande que nos coloca numa situação de repensar nossa cultura da
aprendizagem. Foi-nos mostrado que até quando navegamos a deriva estamos
aprendendo.
Os alunos passarão por grandes desafios, mas os
professores sofrerão com desafios maiores, devido à falta de intimidade que
muitos têm com a informática e com a internet.
Temos que encarar as TICs como aliadas, para
representação entre pensamentos e ações.
O modelo de aprendizagem escolar, hoje discutido, nos
leva à necessidade de formação docente, muito mais complexa e séria do que a
atual.
Segundo Pedro Demo, é fundamental que a
escola adote uma linguagem multimodal: som, imagem, texto, animação, para ser
atrativa. Essa é a linguagem necessária para que professor e aluno estejam
aptos a realizar trabalhos de autoria. Em nosso cotidiano o professor precisa
acompanhar as mudanças para poder adequar-se ao ritmo do aluno. O professor
precisa ser mais aberto e aprender a ouvir.
Temos que ter consciência de que ser
professor é cuidar da aprendizagem do aluno, oferecendo mais espaços para
pesquisas, elaboração, escrita e produções. O novo perfil de professor precisa
considerar as necessidades do aluno de hoje.
A escola não tem feito seu papel de
formar o aluno para cidadania, ela não usa o computador enquanto que na vida e
no mercado de trabalho o computador é uma ferramenta imprescindível. Por isso a escola precisa mudar e a
mudança começa com o professor, que é figura fundamental, afinal “ele” é a tecnologia
das tecnologias.

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